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A excepção como rotina: o que a crise israelita nos diz sobre a erosão democrática

A excepção como rotina: o que a crise israelita nos diz sobre a erosão democrática

Paulo Trindade

Maio 19, 2026

A partir de duas análises recentes sobre Israel, este ensaio reflecte sobre erosão democrática, polarização e fragilidade institucional em contextos de conflito prolongado. Entre a linguagem da segurança, a crise do contrato social e a transformação da divergência política em antagonismo existencial, o caso israelita surge como um espelho de tendências mais amplas nas democracias contemporâneas.

A Alemanha deixou de ser previsível — e isso muda a Europa

A Alemanha deixou de ser previsível — e isso muda a Europa

Paulo Trindade

Maio 6, 2026

O primeiro ano de Friedrich Merz revela mais do que a fragilidade de um chanceler impopular: expõe a erosão do modelo económico, político e estratégico que durante décadas fez da Alemanha a âncora de estabilidade da Europa

A fronteira invisível

A fronteira invisível

Paulo Trindade

Abril 27, 2026

Quando a internet deixa de falhar e passa a ser controlada, o acesso deixa de ser garantido — e a fronteira deixa de estar no mapa. Na Rússia, já começou.

A guerra como linguagem do poder

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Paulo Trindade

Abril 13, 2026

A guerra foi apresentada como demonstração de força. Mas quando a narrativa substitui a estratégia, o poder deixa de organizar o mundo — e passa a reagir a ele.

Hungria: o teste final à coerência da União Europeia

Hungria: o teste final à coerência da União Europeia

Paulo Trindade

Abril 10, 2026

A Hungria deixou de ser apenas um desvio iliberal. Tornou-se um modelo que testa os limites da União Europeia — e expõe uma questão central: até que ponto pode um Estado-membro beneficiar da integração enquanto subverte os seus princípios?

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A ilusão da convergência salarial

A ilusão da convergência salarial

Paulo Trindade
Junho 9, 2026

A redução da desigualdade salarial é uma boa notícia. Mas quando o salário mínimo se aproxima cada vez mais do salário mediano, estamos perante uma economia mais próspera ou apenas uma estrutura salarial mais comprimida? Uma reflexão sobre salários, produtividade e os limites da convergência salarial em Portugal.

Porque funciona o iliberalismo instrumental do CHEGA?

Porque funciona o iliberalismo instrumental do CHEGA?

Paulo Trindade
Maio 18, 2026

O crescimento do CHEGA não nasce do vazio. Entre frustração económica, mudança social acelerada e erosão da confiança institucional, o partido transforma mal-estar difuso em linguagem política simples, emocional e eficaz.